
Ir é fácil, já voltar… Saímos de São Pedro dia 1 de janeiro de volta a São Paulo. Foram cinco dias de viagem pelas mesmas estradas, menos a
Ruta 9, que eu juro que preferia passar por ela a pé do que voltar lá de carro. Sofri uma Puna violenta e chegamos em Salta a noite exaustos. Agora, em vez de ficar no delicioso House of Jasmines, ficamos em um hotel no centro, de frente para a praça e mais perto da estrada. O hotel era o melhor que tinha na área e mesmo assim tinha um clima “O Iluminado”.
De Salta viajamos até Corrientes, onde dormimos uma noite e de lá fizemos mais uma parada, desta vez em Assuncion, no Paraguay. Lá foi a única vez que fomos subornados pela polícia rodoviária, que pediu 100 dólares. Resolvemos com 10…

No dia seguinte, finalmente, chegamos ao Brasil através da famosa Ponte da Amizade, que liga os dois países. Que vergonha, de amizade ela não tem nada de tão velha e descuidada que está. Dirigimos até Maringá por estrada lindas do Paraná, onde fomos recebidos por dois arco-íris gigantes. Mais uma noite de pausa para chegar em São Paulo no dia seguinte a tarde.

a ponte da amizade, que divide paraguay e brasil
A Marginal faz com que a gente “chegue” logo mesmo em São Paulo. Ironicamente, nosso motorista do momento, o Pablo, esqueceu de olhar o marcador de gasolina e não é que ela ACABA NO MEIO DA MARGINAL?
Como a gente brincava, ele deu uma “pablada”.
Bom, claro que, voltando de uma viagem dessas, trocamos o mau-humor por risadas.
Só agora escrevendo o blog é que algumas fichas estão caindo sobre a viagem. Dos lugares que passamos, as pessoas que vimos e conhecemos, as grandes diferenças de estilo de vida, as paisagens abundantes, o tempo em silêncio no carro, o deserto…
Vale a pena. Mesmo que não queira se aventurar de carro, cada lugar desses podem ser visitados de avião, ônibus, moto e, para os ainda mais malucos, bicicleta.
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fim.




































